Melhores Museus em Jundiaí - Onde Visitar em Jundiaí - SP

Um dos lugares mais culturais de Jundiaí, o Museu Histórico e Cultural de Jundiaí é uma pérola rara, que conta a história da cidade e abriga uma beleza antiga e tradicional admirável.

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Um dos lugares mais culturais de Jundiaí, o Museu Histórico e Cultural de Jundiaí é uma pérola rara, que conta a história da cidade e abriga uma beleza antiga e tradicional admirável.

A história do museu:

O Museu Histórico e Cultural de Jundiaí foi criado no dia 10 de junho de 1955, como forma de preservar e democratizar a História e a Cultura do Município, porém só foi inaugurado em 28 de março de 1965. O seu fundador, organizador e primeiro orientador foi o Padre Antônio Tolloi Maria Stafuzza.Desde a sua fundação, o Museu teve seu funcionamento em diversos espaços, como o Parque Comendador Antônio Carbonari (Parque da Uva), em imóvel na Praça dos Andradas e na rua Rangel Pestana, onde também teve seu acervo armazenado durante o período em que ficou fechado.

A transferência do Museu para o Solar da Barão aconteceu somente em 1982, quando foi reinaugurado, em 08 de maio daquele ano. O edifício, localizado em pleno Centro Histórico do Município, foi construído no início da década de 1860 e serviu de residência para os Queiroz Telles, expoente família da aristocracia cafeeira e canavieira do interior do Estado de São Paulo. O nome “Solar do Barão” faz referência a Antônio de Queiroz Telles, o barão de Jundiaí. Ainda se encontram preservados elementos originais do edifício, como esquadrias, vidros decorados e muros divisórios em taipa de pilão.

O local:

Em área de cerca de 1.600 metros quadrados, os jardins adjacentes ao prédio são uma atração à parte, espécie de oásis de silêncio, socialização e contato com a natureza, em meio à movimentação rotineira nas vias da região central. Além de plantas das mais variadas espécies e portes, capazes de atrair também tão diversificada fauna de aves e insetos, integram o espaço um jardim japonês com lago de carpas, bancos e pergolados, além de instalações do programa municipal “Cidade das Crianças”, como pinturas lúdicas, uma casa na árvore e placas interativas indicando as espécies de aves que frequentam o local. Além dos espaços expositivos, o Museu dispõe ainda de um salão auditório, a Sala Jahyr Accioly de Souza, com capacidade para 80 pessoas, utilizada para audições, palestras e reuniões.

Importância:

No Solar do Barão foram tomadas as decisões políticas mais importantes da cidade de Jundiaí. Neste imóvel também se hospedavam com todas as honras os visitantes mais ilustres da Província de São Paulo. As portas também eram sempre abertas em qualquer hora para receber e ajudar os pobres de nossa cidade. Tanto é verdade que o Barão era conhecido como o ‘Pai dos Pobres’ ainda em vida. Ele não media esforços para ajudar os que mais necessitavam.

Nessa casa também foi feita uma festa maravilhosa digna da elevação de Jundiaí à categoria de cidade e uma década depois à de Comarca. Na sala de jantar sentaram-se à mesa muitas personalidades ilustres tais como o coronel Manuel Pedro Drago, que foi comandante da expedição militar da reconquista de Mato Grosso; cardeal Arcoverde; arcebispos e os presidentes da República Jorge Tibiriçá, Rodrigues Alves, Washinton Luiz, Júlio Prestes e Heitor Penteado. Também recebeu o grande político e jurista Ruy Barbosa. Poucos sabem, mas o Solar teve um dia de Palácio Imperial com bandeira oficial e muitos guardas imperiais à porta. Era 23 de agosto de 1876. A baronesa de Jundiaí e seus filhos hospedaram D. Pedro II e a Imperatriz D.Tereza Cristina.

Festas magníficas e inesquecíveis tiveram ali, aniversários, bodas e saraus. Em 1912, uma das mais importantes a comemoração das bodas do tenente-coronel Francisco de Queiróz Teles, que franqueou o Solar para a alta sociedade paulistana e campineira, e teve trens fretados pelos anfitriões para baldear os convidados. Nos anos 1920, em uma dessas festas o dr. Eloy Chaves, era um dos convidados. Depois da meia-noite ele e dr. Edgard de Souza foram até a primeira janela que faz frente para a Catedral. Eles notaram que a iluminação pública se apagara. Eloy Chaves explicou que a iluminação era feita por lampiões a querosene que normalmente acabava naquele horário. A partir daí, a Lua se encarregava de iluminar a cidade. Nesse momento, tiveram a ideia de cria uma empresa de geração de energia e ali mesmo nasceu a empresa que mais tarde iluminaria com eletricidade o nosso centro.

Na Revolução de 1932, o Solar foi nosso “Quartel General”. Dali saíram grandes doações de dinheiro, ouro, fardas e suprimentos que ajudaram muito e decisivamente do ideal constitucionalista. Em 1969, o Solar foi tombado para servir para fins culturais e hoje abriga o Museu Histórico e Cultural de nossa cidade.

Informações extras:

Endereço: Rua Barão de Jundiaí, 762 – Centro – Jundiaí – SP.

Telefone: (11) 4521-6259 / 4586-8414

E-mail: museusolardobarao@jundiai.sp.gov.br

Horário de funcionamento: Terça a sexta das 10h às 17h. Sábado, domingo e feriado das 9h às 16h.

Entrada: Franca

Atenção:

Os jardins do Museu Histórico e Cultural de Jundiaí – Solar do Barão encontram-se reabertos à visitação, conforme especificado pelo decreto 29.250, de 09 de setembro de 2020, publicado na edição extra 4793 da Imprensa Oficial, de segunda a sexta-feira (exceto feriados), das 10h às 17h.

Lugar histórico e cultural, impressionante, parece uma viagem aos tempos antigos, onde você revive a história de Jundiaí!

Endereço: Rua Barão de Jundiaí, 762 - Centro - Jundiaí

45868414

(11)4521-6259

https://cultura.jundiai.sp.gov.br/espacos-culturais/museu-historico-e-cultural-de-jundiai/


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Fonte(s): Turismo Jundiaí ; Cultura Jundiaí ; - Fonte(s) Fotos: Cultura Jundiaí ; JundiAqui ; 
04/12/2020